domingo, 26 de junho de 2011
Hoje percebi que as palavras machucam, e muitas vezes não tem perdão. Percebi que todo fim é apenas um novo começo. Aprendi com a dor, o que a felicidade não pode ensinar. Aprendi que a diferença do odiar e do amar é que pelo ódio você mata, por amor você morre. Percebi que estou muito melhor sem você aqui, que como você eu também já superei. Aprendi que muitas das minhas respostas é o silêncio. Além de poupar o meu tempo, não preciso repetir sempre a mesma coisa. Aprendi que quem ama uma vez nunca esquece e se esqueceu nunca amou de verdade, pois amor não se julga no passado ou você ama ou então nunca amou apenas enganou. Descobri que de uma forma ou outro sempre descobrimos que tudo acaba. Mas e aí? O que fazemos com tudo que tinhamos construído? Jogariamos fora como se fosse algo sem valor? Cada “pra sempre” deixa de ser entendido em seu sentido literal. Então porque “pra sempre”? Será que alguém ainda não percebeu a ilusão contida no “pra sempre”? Cria-se uma fantasia em torno do romance. Um indivíduo entre bilhões se torna sua vida para entre dias ou meses se tornar novamente apenas mais um indivíduo entre bilhões. Aprendi que não devemos implorar para que uma pessoa fique, e sim deixa-lá ir para nunca mais voltar.
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O "para sempre" existe... mas não existe como algo eterno e imutável, ele existe para sempre dentro da gente, dentro do que construímos, do que sonhamos... são pequenas peças que vão se construindo ao longo de uma vida - que também não dura para sempre -, e não é o tempo que define um sentimento, um amor, um carinho, um abraço, uma perda ou uma lágrima... é a intensidade!!!
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